Adolescente desaparece no mar de Copacabana: buscas continuam na Zona Sul

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Um adolescente de 17 anos desapareceu no mar da praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, durante a tarde da última terça-feira (14). O jovem, que estava acompanhado por um grupo de amigos, foi arrastado por uma onda de grande intensidade enquanto nadava próximo ao Copacabana Palace.

De acordo com informações obtidas pelo Corpo de Bombeiros, o incidente ocorreu por volta das 15h20. O jovem, identificado como Khallew Gharetty Tomaz Carvalho, era um dos quatro turistas vindos de Goiás que aproveitavam o dia na altura do número 1700 da Avenida Atlântica.

Operação de busca e resgate

As equipes de salvamento marítimo iniciaram as buscas imediatamente, por volta das 15h10. A operação conta com o apoio de uma aeronave, drones, botes infláveis e motos aquáticas para percorrer a área onde o adolescente foi visto pela última vez.

O comando dos bombeiros informou que a estratégia de busca foi ajustada durante o período noturno para lidar com as limitações de visibilidade. Apesar da mudança no horário, as equipes permanecem mobilizadas na tentativa de localizar o rapaz.

Investigação sobre o desaparecimento

O caso foi registrado oficialmente na 12ª Delegacia de Polícia, localizada em Copacabana. Os amigos da vítima prestaram depoimento às autoridades policiais, relatando que, apesar de terem tentado atravessar a onda, foram puxados para um ponto mais profundo do mar.

Os demais integrantes do grupo conseguiram retornar à superfície em segurança, mas não houve sucesso na tentativa de resgatar o adolescente. A unidade policial segue acompanhando a ocorrência e realizando os procedimentos necessários para a investigação do desaparecimento registrado na região.

Contexto do incidente

O litoral do Rio de Janeiro costuma apresentar variações rápidas nas condições do mar, o que exige atenção constante de banhistas e visitantes. O episódio deste caso de investigação policial segue mobilizando as forças de segurança da capital fluminense. As autoridades reforçam que, em situações de correntes fortes, o retorno à margem deve ser feito com cautela e observação das orientações dos guarda-vidas.

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