Excesso de velocidade preocupa moradores
Moradores da localidade de Água Quente, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, cobram medidas urgentes de segurança na rodovia RJ-142. A solicitação surge após um caminhão ter sido flagrado trafegando em alta velocidade pela via que corta a comunidade, intensificando a insegurança de pedestres e moradores locais.
A rodovia apresenta um fluxo intenso de veículos e atravessa uma área com grande circulação de pessoas. De acordo com relatos da população, o desrespeito aos limites de velocidade é um comportamento frequente, o que eleva drasticamente o risco de atropelamentos e acidentes graves na região.
Medidas de controle de tráfego
A comunidade defende a instalação de dispositivos de fiscalização e moderação de tráfego, como radares eletrônicos ou quebra-molas. A ideia é criar barreiras físicas que obriguem os motoristas a reduzirem a velocidade ao transitar pelo perímetro urbano da localidade.
O servidor público Carlos Henrique Monteiro reforçou que o asfaltamento da via trouxe, paradoxalmente, um cenário de perigo maior para quem vive no entorno. Ele afirmou que, no período em que a estrada apresentava condições precárias e possuía buracos, os veículos circulavam em velocidades inferiores às atuais.
Posicionamento das autoridades
O Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro (DER-RJ), órgão responsável pela manutenção e sinalização da RJ-142, foi procurado pela reportagem, mas não respondeu aos questionamentos sobre possíveis intervenções no local. A ausência de um retorno oficial mantém a incerteza da população sobre quando medidas concretas serão adotadas.
A Prefeitura de Teresópolis manifestou-se sobre o impasse, declarando que está disposta a instalar os redutores de velocidade necessários caso o DER-RJ não realize a intervenção. A gestão municipal aguarda uma definição por parte do órgão estadual para proceder com as obras de segurança viária na área afetada.
Histórico de riscos na rodovia
Os relatos indicam que a situação descrita pelos moradores não se trata de um caso isolado, mas de um problema recorrente que afeta a rotina de quem reside próximo ao trecho. A população local sustenta que acidentes e situações de perigo no trânsito acontecem com frequência, reforçando a urgência de uma solução definitiva para o problema.

















