Cerca de 8 mil corredores participam neste domingo, dia 2 de agosto, do Desafio da Ponte, corrida de rua com percurso de 21 quilômetros. A prova teve largada às 6h30 no Caminho Niemeyer, em Niterói, com destino final na Praça Mauá, na região portuária do Rio de Janeiro.
As alterações no trânsito foram iniciadas às 22h de sábado, dia 1º, com a implementação de bloqueios em acessos fundamentais. A expectativa da Prefeitura do Rio é que o fluxo de veículos seja totalmente normalizado até as 13h deste domingo.
Esquema de interdições e rotas alternativas
Entre as 0h e as 13h deste domingo, o acesso à Linha Vermelha, à Avenida Francisco Bicalho, à Avenida Rodrigues Alves e ao Túnel Marcello Alencar permanecem interditados. A CET-Rio orienta que motoristas com destino à Linha Vermelha utilizem a Avenida Brasil, acessando a via expressa pela agulha na altura da Passarela 3.
Para aqueles que seguem em direção à rodoviária, Centro, Tijuca ou Zona Sul, a recomendação é utilizar o Elevado do Gasômetro. O trajeto deve seguir pela alça de acesso ao INTO, passando pela Via B4 no sentido Praça Mauá e pelas ruas Professor Arlindo Rodrigues e Equador.
Operação de monitoramento e limpeza
Uma força-tarefa composta por 50 profissionais, entre agentes da CET-Rio e guardas municipais, atua na fiscalização e no controle dos cruzamentos. O Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio) monitora a situação por meio de 161 câmeras e 2 drones, permitindo ajustes semafóricos em tempo real conforme a necessidade do tráfego.
A Guarda Municipal conta com um efetivo de 60 agentes posicionados desde as 4h na Praça XV e na área de chegada da prova, na Praça Mauá. A Comlurb também mobilizou 30 garis, além de caminhões-pipa e varredeiras de grande porte, para garantir a limpeza das vias após a passagem dos atletas.
Contexto e preparativos do evento
O transporte dos atletas para o início da prova foi realizado por meio de viagens extras no serviço de barcas, operadas antes das 6h, retornando à grade regular posteriormente. A estrutura da corrida ocupou vias estratégicas da capital fluminense desde a noite anterior, exigindo um planejamento logístico que integrou órgãos municipais e de tráfego para minimizar os impactos aos moradores e condutores da região.

















