Uma mulher procurada há cerca de 13 anos pela Justiça do Espírito Santo foi presa nesta quinta-feira (2 de julho de 2026) em São Francisco de Itabapoana, no Rio de Janeiro. Ela é investigada por tentar matar a amante de seu ex-marido com facadas no município de Serra, Espírito Santo. A vítima sobreviveu aos graves ferimentos e a prisão da foragida ocorreu sem resistência por parte da acusada.
A captura da suspeita é um desdobramento de uma longa investigação e de uma ação conjunta das forças de segurança. A operação foi conduzida por agentes da 134ª Delegacia de Polícia de Campos dos Goytacazes, contando com o apoio essencial da Polícia Federal, da 146ª DP e da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Campos.
As autoridades policiais confirmaram que a prisão da foragida foi efetuada na manhã desta quinta-feira, consolidando um trabalho de inteligência policial que vinha sendo realizado há meses. A ação integrada permitiu localizar e deter a mulher que vivia na clandestinidade há mais de uma década.
O Crime de Tentativa de Homicídio
A mulher, que não teve sua identidade revelada pelas autoridades, é acusada de uma violenta tentativa de homicídio ocorrida em Serra, no Espírito Santo. O incidente remonta a aproximadamente 13 anos atrás, quando a suspeita teria flagrado o então marido na companhia de outra mulher.
Conforme os detalhes apurados pela investigação policial, o ataque foi brutal e premeditado. A acusada teria utilizado uma faca para agredir a vítima, desferindo um total de seis golpes. Apesar da gravidade dos ferimentos sofridos, a mulher esfaqueada conseguiu sobreviver e recebeu atendimento médico.
A Polícia Civil ressaltou a importância da prisão para a elucidação do caso e para a efetivação da Justiça. A persistência das equipes em localizar a foragida, mesmo após um longo período, demonstra o compromisso com a lei.
Procedimentos Pós-Prisão
Após a detenção, a mulher foi imediatamente conduzida à 134ª Delegacia de Polícia de Campos dos Goytacazes para os procedimentos cabíveis. Lá, ela permaneceu à disposição da Justiça do Espírito Santo, aguardando as providências para sua transferência e julgamento.
A cooperação entre as polícias de diferentes estados e a agilidade na troca de informações foram cruciais para o sucesso da operação. A prisão reforça a mensagem de que crimes graves não ficam impunes, independentemente do tempo decorrido ou da localização dos foragidos.

















